Construí amigos, enfrentei derrotas, venci obstáculos, bati na porta da vida e disse-lhe: Não tenho medo de vivê-la.
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
sábado, 12 de setembro de 2009
Momentos...
segunda-feira, 13 de julho de 2009
sábado, 27 de junho de 2009
D.E.P. MICHAEL...
domingo, 14 de junho de 2009
O SILÊNCIO

segunda-feira, 1 de junho de 2009
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Os Guerreiros da Luz
Os guerreiros da luz com frequencia perguntam o que estão fazendo aqui. Muitas vezes acham que suas vidas não tem sentido. Por isso são guerreiros da luz. Porque erram. Porque perguntam. Porque continuam a procurar um sentido. E terminarão encontrando.Todo guerreiro da luz precisa adquirir conhecimento, sabedoria, ser paciente, saber ouvir sempre o silêncio do seu coração, saber o momento certo de atacar ou de recuar. A vida não é feita somente de vitórias, muitas vezes o guerreiro da luz precisa passar pelas derrotas para aprender alguma lição e fortaceler, sem contudo deixar se abater pela derrota . Um guerreiro da luz sabe que ninguém é tolo, e a vida ensina a todos, mesmo que isto exija tempo. Ele sempre dá o melhor de si, se espelha o melhor dos outros. Além disso, procura mostrar a todo mundo, com generosidade, do quanto cada um é capaz. Alguns companheiros comentam, existem pessoas ingratas. O guerreiro não se abala com isto. E continua estimulando seu próximo, proque é uma maneira de estimular a simesmo. Todo guerreiro da luz já ficou com medo de entrar em combate. Todo guerreiro da luz já traiu e mentiu no passado. Todo guerreiro da luz já trilhou um caminho que não era o dele. Todo guerreiro da luz, já sofreu por coisas sem importância. Todo guerreiro da luz já achou que não era guerreiro da luz. Todo guerreiro da luz já falhou em suas obrigações espirituais. Todo guerreiro da luz já disse sim quando queria dizer não. Todo guerreiro da luz já feriu alguém que amava. Por isso é um guerreiro da luz, porque passou por tudo isso, e não perdeu a esperança de ser melhor do que era. Um guerreiro da luz não é covarde. Daí ao tolo mil inteligências, e ele não quererá senão a tua, dia o provérbio árabe. Quando o guerreiro da luz começa a plantar o seu jardim, repara que o vizinho está ali, espiando. Ele gosta de dar palpites sobre como semear as ações, adubar os pensamentos, regar as conquistas. Se der atenção ao que ele esta dizendo, terminará fazendo um trabalho que não é o seu, o jardim de que agora cuida será idéia do vizinho. Mas um verdadeiro guerreiro da luz sabe que cada jardim tem seus ministérios, que só a mão paciente do jardineiro é capaz de decifrar. Por isso, prefere concentrar-se no sol, na chuva, nas estações. Sabe que o tolo dá palpites sobre o jardim alheio, não esdá cuidando de suas plantas .
by "Manual do Guerreiro da Luz" Paulo Coelho
sábado, 28 de março de 2009
COMEMORA-SE O DIA DO TEATRO EM VILA REAL DE SANTO ANTÓNIO


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sexta-feira, 27 de março de 2009
quinta-feira, 26 de março de 2009
"DE UM PROFESSORZECO", COMO CHEGAR A UM ALUNO....
Olá, sou professor desde 1993.
Nessa altura, ensinar e fazer parte do corpo docente era um privilégio. O lema era motivar para transmitir conhecimentos. As reuniões ocorriam para delinear estratégias comuns, planear actividades, procurar novas formas de cativar o aluno para a nossa disciplina, etc; as idas para a escola / trabalho faziam-se com agrado, entusiasmo e focagem nas actividades lectivas; as reuniões de final de período representavam um marco na avaliação dos alunos; as pausas lectivas constituíam um momento essencial para a reposição de energias; a qualidade de Director de Turma era encarada como um elemento fundamental para se chegar aos Encarregados de Educação.
Com muita alegria, conheci o tempo da responsabilidade conjunta (professor/alunos, professsor/professor e alunos/alunos).
Com muito pesar, nada disto hoje se verifica. As reuniões multiplicam-se para discutir o supérfluo, como acontece nas reuniões intercalares. As actividades são mais do que muitas e quase sempre desprovidas de proveito para a disciplina visada. A motivação do aluno é hoje uma prioridade da escola e não da área disciplinar. O percurso que se faz a caminho da escola tornou-se um suplício. A vida familiar fica para trás. As reuniões de avaliação de final de período mais não são do que uma mera formalidade burocrática do faz de conta. As justificações, um imperativo. Pausa lectiva, para quê senão preenchê-las com mais reuniões. O papel do Director de Turma passou a ser um cargo preterido.
Com profunda tristeza, vivo profissionalmente angustiado com tudo o que se passa, talvez por ter conhecido o tempo das “vacas gordas”.
Com lamento, terei provavelmente desperdiçado o meu tempo e capacidade para me tornar professor quando poderia ter canalizado as minhas qualidades para outra área. Com profundo desgosto, vejo-me a cada ano lectivo que passa, relegar para segunda, terceira, ou mesma última prioridade, a realidade escolar que é a minha profissional.
Com grande apreensão, dou comigo a definhar a cada dia que tenho de me deslocar para a escola.
Com imensa consternação, sou classificado, por quem deveria zelar pelo meu bem estar, de “professorzeco”.
Com (ainda) orgulho, sou professor.
P.S. Fui aluna antes de ele ser "professorzeco" e ainda lembro das conversas trocadas com os meus pofessores, das confidencias e por vezes de no final do dia irmos tomar um café. Será isto hoje possivel? Será hoje possivel o aluno chegar ao professor ou o professor ao aluno???
Como se detetam certos casos que ocorrem extra escola e que estando o aluno no "armazém" escola , não havendo qualquer relação podem ser detetados? Que começa a falhar aqui? Muito tempo nas escolas ,mas ao abandono, porque tomara o professor ter tempo para reuniões e preparação de aula cujo tempo não chega. Que futuro??? Mas temos de ser os melhores e os professores uns computadores de despejar matéria.... ok somos robots???? Neste momento a unica coisa importante é sermos os melhores , sentimentos ZERO, problemas ZERO, escola com casos problemáticos vamos chegar a ZERO.
Um dia ainda hei-de descobrir a escola modelo em que tudo é ZERO excepto as notas... essas seraõ 20...
BruxinhaMa
quarta-feira, 25 de março de 2009
terça-feira, 24 de março de 2009
LINDO, O QUE ESTE (DES)GOVERNO NOS RESERVA, EM MATÉRIA DE EDUCAÇÃO.
Domingo, 30 de Novembro de 2008"O Natal que eu quero", por Daniel Sampaio

Quem quiser dê opinião, o meu mail é brunovanderley@gmail.com, sou do 8.º E da Escola Básica 2/3 do Lá Vai Um.
Daniel Sampaio. "O Natal que eu quero". Público (revista "Pública"), 30.Novembro.2008
segunda-feira, 23 de março de 2009
Indisciplina deve ser olhada como uma forma de violência

domingo, 22 de março de 2009
ERA ASSIM HÀ 30 ANOS
sábado, 21 de março de 2009
DIA 21 DE MARÇO DIA DA ÁRVORE
quinta-feira, 19 de março de 2009
PAI...

Quero escrever, quero dizer-te algo …
E não consigo.
As lágrimas sufocam-me, os olhos enevoam-se e não vejo nada a não ser a tua face, o teu sorriso.
Pai queria que estivesses aqui, do meu lado,
Sei que estarias apoiando-me nesta mudança….
Como fechar um ciclo?
Sei que deves estar bem, ai de certeza não sofres, nem agonias como foram os teus últimos dias. ..
Mas Pai fazes-me tanta falta!
Quero fechar este ciclo e deixar-te em paz, mas não consigo, as lembranças são muitas, a dor é enorme e em tudo te revejo…
Ai Pai quanto te quero e quanto te necessito!
Tu partiste, mas levaste um pouco de mim, levaste as minhas forças, nunca mais fui eu, não tenho forças para levar tudo isto para a frente.
Ajuda-me a voltar a ser o que era, pois sei que também não gostarias de me ver assim.
Quero fechar este ciclo, não posso viver de lembranças eternamente, tenho de construir um futuro.
No entanto, aqui fica o meu abraço tão apertado e aquele beijo que tanto te queria dar .
Célia 19/3/09
quarta-feira, 18 de março de 2009
Até que enfim, alguém ousa dizer a verdade

PUBLICO.PT
Contra a escola-armazém
Daniel Sampaio
M erece toda a atenção a proposta de escola a tempo inteiro (das 7h30 às 19h30?), formulada pela Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap). Percebe-se o ponto de vista dos proponentes: como ambos os progenitores trabalham o dia inteiro, será melhor deixar as crianças na escola do que sozinhas em casa ou sem controlo na rua, porque a escola ainda é um território com relativa segurança. Compreende-se também a dificuldade de muitos pais em assegurarem um transporte dos filhos a horas convenientes, sobretudo nas zonas urbanas: com o trânsito caótico e o patrão a pressionar para que não saiam cedo, será melhor trabalhar um pouco mais e ir buscar os filhos mais tarde.
Ao contrário do que parecia em declarações minhas mal transcritas no PÚBLICO de 7 de Fevereiro, eu não creio à partida que será muito mau para os alunos ficar tanto tempo na escola. Quando citei o filme Paranoid Park, de Gus von Sant, pretendia apenas chamar a atenção para tantas crianças que, na escola e em casa, não conseguem consolidar laços afectivos profundos com adultos, por falta de disponibilidade destes. É que não consigo conceber um desenvolvimento da personalidade sem um conjunto de identificações com figuras de referência, nos diversos territórios onde os mais novos se movem.
O meu argumento é outro: não estaremos a remediar à pressa um mal-estar civilizacional, pedindo aos professores (mais uma vez...) que substituam a família? Se os pais têm maus horários, não deveriam reivindicar melhores condições de trabalho, que passassem, por exemplo, pelo encurtamento da hora do almoço, de modo a poderem chegar mais cedo, a tempo de estar com os filhos? Não deveria ser esse um projecto de luta das associações de pais?
Importa também reflectir sobre as funções da escola. Temos na cabeça um modelo escolar muito virado para a transmissão concreta de conhecimentos, mas a escola actual é uma segunda casa e os professores, na sua grande maioria, não fazem só a instrução dos alunos, são agentes decisivos para o seu bem-estar: perante a indisponibilidade de muitos pais e face a famílias sem coesão onde não é rara a doença mental, são os promotores (tantas vezes únicos!) das regras de relacionamento interpessoal e dos valores éticos fundamentais para a sobrevivência dos mais novos. Perante o caos ou o vazio de muitas casas, os docentes, tantas vezes sem condições e submersos pela burocracia ministerial, acabam por conseguir guiar os estudantes na compreensão do mundo. A escola já não é, portanto, apenas um local onde se dá instrução, é um território crucial para a socialização e educação (no sentido amplo) dos nossos jovens. Daqui decorre que, como já se pediu muito à escola e aos professores, não se pode pedir mais: é tempo de reflectirmos sobre o que de facto lá se passa, em vez de ampliarmos as funções dos estabelecimentos de ensino, numa direcção desconhecida. Por isso entendo que a proposta de alargar o tempo passado na escola não está no caminho certo, porque arriscamos transformá-la num armazém de crianças, com os pais a pensar cada vez mais na sua vida profissional.
A nível da família, constato muitas vezes uma diminuição do prazer dos adultos no convívio com as crianças: vejo pais exaustos, desejosos de que os filhos se deitem depressa, ou pelo menos com esperança de que as diversas amas electrónicas os mantenham em sossego durante muito tempo. Também aqui se impõe uma reflexão sobre o significado actual da vida em família: para mim, ensinado pela Psicologia e Psiquiatria de que é fundamental a vinculação de uma criança a um adulto seguro e disponível, não faz sentido aceitar que esse desígnio possa alguma vez ser bem substituído por uma instituição como a escola, por melhor que ela seja. Gostaria, pois, que os pais se unissem para reivindicar mais tempo junto dos filhos depois do seu nascimento, que fizessem pressão nas autarquias para a organização de uma rede eficiente de transportes escolares, ou que sensibilizassem o mundo empresarial para horários com a necessária rentabilidade, mas mais compatíveis com a educação dos filhos e com a vida em família.
Aos professores, depois de um ano de grande desgaste emocional, conviria que não aceitassem mais esta "proletarização" do seu desempenho: é que passar filmes para os meninos depois de tantas aulas dadas - como foi sugerido pelos autores da proposta que agora comento - não parece muito gratificante e contribuirá, mais uma vez, para a sua sobrecarga e para a desresponsabilização dos pais.
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