quarta-feira, 16 de setembro de 2009

PATRICK SWAYZE R.I.P.

Construí amigos, enfrentei derrotas, venci obstáculos, bati na porta da vida e disse-lhe: Não tenho medo de vivê-la.

Augusto Cury

sábado, 12 de setembro de 2009

Momentos...


"Aproveite bem os momentos felizes de uma vida, porque ela é curta de mais para ficar numa simples lembrança!..."

sábado, 27 de junho de 2009

D.E.P. MICHAEL...


Nunca foste menino, viveste a vida como soubeste e foste feliz à tua maneira...mtas das vezes inconpreendido, tiveste o mundo a teus pés e foste uma estrela. Essa estrela marcou uma geração e irá marcar mtas mais...continuarás a brilhar onde estiveres...Descansa em Paz!

domingo, 14 de junho de 2009

O SILÊNCIO


O SILÊNCIO



Aprende com o silêncio

a ouvir os sons interiores da sua alma,

a calar-se nas discussões

e assim evitar tragédias e desafetos.


Aprende com o silêncio

a respeitar a opinião dos outros,

por mais contrária que seja da sua.


Aprende com o silêncio

que a solidão não é o pior castigo,

existem companhias bem piores...


Aprende com o silêncio que a vida é boa,

que nós só precisamos olhar para o lado certo,

ouvir a música certa, ler o livro certo,

que pode ser qualquer livro,

desde que você o leia até o fim.


Aprende com o silêncio que tudo tem um ciclo,

como as marés que insistem em ir e voltar,

os pássaros que migram e voltam ao mesmo lugar,

como a Terra que faz a volta completa

sobre o seu próprio eixo...


Aprende com o silêncio

a respeitar a sua vida, valorizar o seu dia,

enxergar em você as qualidades que possui,

equilibrar os defeitos que você tem

e sabe que precisa corrigir

e enxergar aqueles

que você ainda não descobriu.


Aprende com o silêncio a relaxar,

mesmo no pior trânsito,

na maior das cobranças,

na briga mais acalorada,

na discussão entre familiares.


Aprende com o silêncio a respeitar o seu "eu",

a valorizar o ser humano que você é,

a respeitar o Templo que é o seu corpo

e o santuário que é a sua vida.


Aprende hoje com o silêncio,

que gritar não traz respeito,

que ouvir ainda é melhor que muito falar.



E em respeito a você, eu me calo, me silencio,

para que você possa ouvir

o seu interior que quer lhe falar,

desejar-lhe um dia vitorioso

e confirmar que VOCÊ É ESPECIAL.




(Autoria: Paulo Roberto Gaefke)

segunda-feira, 1 de junho de 2009

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Os Guerreiros da Luz




Os guerreiros da luz com frequencia perguntam o que estão fazendo aqui. Muitas vezes acham que suas vidas não tem sentido. Por isso são guerreiros da luz. Porque erram. Porque perguntam. Porque continuam a procurar um sentido. E terminarão encontrando.Todo guerreiro da luz precisa adquirir conhecimento, sabedoria, ser paciente, saber ouvir sempre o silêncio do seu coração, saber o momento certo de atacar ou de recuar. A vida não é feita somente de vitórias, muitas vezes o guerreiro da luz precisa passar pelas derrotas para aprender alguma lição e fortaceler, sem contudo deixar se abater pela derrota . Um guerreiro da luz sabe que ninguém é tolo, e a vida ensina a todos, mesmo que isto exija tempo. Ele sempre dá o melhor de si, se espelha o melhor dos outros. Além disso, procura mostrar a todo mundo, com generosidade, do quanto cada um é capaz. Alguns companheiros comentam, existem pessoas ingratas. O guerreiro não se abala com isto. E continua estimulando seu próximo, proque é uma maneira de estimular a simesmo. Todo guerreiro da luz já ficou com medo de entrar em combate. Todo guerreiro da luz já traiu e mentiu no passado. Todo guerreiro da luz já trilhou um caminho que não era o dele. Todo guerreiro da luz, já sofreu por coisas sem importância. Todo guerreiro da luz já achou que não era guerreiro da luz. Todo guerreiro da luz já falhou em suas obrigações espirituais. Todo guerreiro da luz já disse sim quando queria dizer não. Todo guerreiro da luz já feriu alguém que amava. Por isso é um guerreiro da luz, porque passou por tudo isso, e não perdeu a esperança de ser melhor do que era. Um guerreiro da luz não é covarde. Daí ao tolo mil inteligências, e ele não quererá senão a tua, dia o provérbio árabe. Quando o guerreiro da luz começa a plantar o seu jardim, repara que o vizinho está ali, espiando. Ele gosta de dar palpites sobre como semear as ações, adubar os pensamentos, regar as conquistas. Se der atenção ao que ele esta dizendo, terminará fazendo um trabalho que não é o seu, o jardim de que agora cuida será idéia do vizinho. Mas um verdadeiro guerreiro da luz sabe que cada jardim tem seus ministérios, que só a mão paciente do jardineiro é capaz de decifrar. Por isso, prefere concentrar-se no sol, na chuva, nas estações. Sabe que o tolo dá palpites sobre o jardim alheio, não esdá cuidando de suas plantas .


by "Manual do Guerreiro da Luz" Paulo Coelho

sábado, 28 de março de 2009

COMEMORA-SE O DIA DO TEATRO EM VILA REAL DE SANTO ANTÓNIO






EM VILA REAL DE SANTO ANTÓNIO, MAIS UM DIA INTERNACIONAL DO TEATRO FOI COMEMORADO POR UM GRUPO DE JOVENS QUE LEVOU À CENA




A CANÇÃO DE LISBOA

Integrado na Associação de jovens "Gandacena", o grupo de teatro, levou de novo à cena a peça "A Canção de Lisboa " que já tinha sido um exito este verão. Estes jovens amadores prometem
muito mais e estão abertos ,tal como a asociação a novas inscrições e talentos.

Contacto
II ACTO - Produções Teatrais Avenida da Republica, nº1198900 - 205 Vila Real de Santo António geral.segundoacto@gmail.com 934 438 682 966 457 892 926 323 179
Aqui fica o contacto para quem quiser tormnar-se um pequeno "grande" talento teatral.










sexta-feira, 27 de março de 2009

quinta-feira, 26 de março de 2009

"DE UM PROFESSORZECO", COMO CHEGAR A UM ALUNO....

De um “professorzeco”
Olá, sou professor desde 1993.
Nessa altura, ensinar e fazer parte do corpo docente era um privilégio. O lema era motivar para transmitir conhecimentos. As reuniões ocorriam para delinear estratégias comuns, planear actividades, procurar novas formas de cativar o aluno para a nossa disciplina, etc; as idas para a escola / trabalho faziam-se com agrado, entusiasmo e focagem nas actividades lectivas; as reuniões de final de período representavam um marco na avaliação dos alunos; as pausas lectivas constituíam um momento essencial para a reposição de energias; a qualidade de Director de Turma era encarada como um elemento fundamental para se chegar aos Encarregados de Educação.
Com muita alegria, conheci o tempo da responsabilidade conjunta (professor/alunos, professsor/professor e alunos/alunos).
Com muito pesar, nada disto hoje se verifica. As reuniões multiplicam-se para discutir o supérfluo, como acontece nas reuniões intercalares. As actividades são mais do que muitas e quase sempre desprovidas de proveito para a disciplina visada. A motivação do aluno é hoje uma prioridade da escola e não da área disciplinar. O percurso que se faz a caminho da escola tornou-se um suplício. A vida familiar fica para trás. As reuniões de avaliação de final de período mais não são do que uma mera formalidade burocrática do faz de conta. As justificações, um imperativo. Pausa lectiva, para quê senão preenchê-las com mais reuniões. O papel do Director de Turma passou a ser um cargo preterido.
Com profunda tristeza, vivo profissionalmente angustiado com tudo o que se passa, talvez por ter conhecido o tempo das “vacas gordas”.
Com lamento, terei provavelmente desperdiçado o meu tempo e capacidade para me tornar professor quando poderia ter canalizado as minhas qualidades para outra área. Com profundo desgosto, vejo-me a cada ano lectivo que passa, relegar para segunda, terceira, ou mesma última prioridade, a realidade escolar que é a minha profissional.
Com grande apreensão, dou comigo a definhar a cada dia que tenho de me deslocar para a escola.
Com imensa consternação, sou classificado, por quem deveria zelar pelo meu bem estar, de “professorzeco”.
Com (ainda) orgulho, sou professor.



P.S. Fui aluna antes de ele ser "professorzeco" e ainda lembro das conversas trocadas com os meus pofessores, das confidencias e por vezes de no final do dia irmos tomar um café. Será isto hoje possivel? Será hoje possivel o aluno chegar ao professor ou o professor ao aluno???
Como se detetam certos casos que ocorrem extra escola e que estando o aluno no "armazém" escola , não havendo qualquer relação podem ser detetados? Que começa a falhar aqui? Muito tempo nas escolas ,mas ao abandono, porque tomara o professor ter tempo para reuniões e preparação de aula cujo tempo não chega. Que futuro??? Mas temos de ser os melhores e os professores uns computadores de despejar matéria.... ok somos robots???? Neste momento a unica coisa importante é sermos os melhores , sentimentos ZERO, problemas ZERO, escola com casos problemáticos vamos chegar a ZERO.
Um dia ainda hei-de descobrir a escola modelo em que tudo é ZERO excepto as notas... essas seraõ 20...

BruxinhaMa

quarta-feira, 25 de março de 2009

terça-feira, 24 de março de 2009


LINDO, O QUE ESTE (DES)GOVERNO NOS RESERVA, EM MATÉRIA DE EDUCAÇÃO.


DEIXAR DE LER ISTO ... É UM ATENTADO ...!!!


CRIDO DEÁRIO!


29 de Junho de 2009


paçei o 5º anuh. A p*ta da stora de mat, k é a nossa dt, n m kria deixar paçar pk eu tnh nega a td menus a ginástica, pk jogo bem há bola, e o crl... mas a gaija f*deu-se puke a ministra da idukaxão mandou dizer ao ppl k penxam q mandam aí nas xkolas masé pa baixarem os kornos k tds os socios com menos de 12 anus teiem de paçar... axu bem.


29 de Junho de 2010


passei o 6º anuh. ainda bem q ainda n fiz 13 anus, q ódpx podia n passar, qesta cena de passar com buéda negas é só até aos 12... f*da-se, fiquei buéda f*dido na m*rda deste ano, e ó c*ralho, o pan*leiro do stor d educassão física deu-me a m*rda do 2... assim tive nega a tudo... ainda bem q a ministra da iduqaxão é porreira, ela é q é uma sócia sbem: a xqola n serve pa nada, é uma seca. tive q aprender que os K's se escrevem Q, qomo em "xqola" e não "xkola", e que "passar" não é qom Ç... a xqola é porreira só pa qurtir qas damas qd gente se balda...


29 de Junho de 2011


Passei o 7º ano. Exte anuh ia chumbando pq tive nega a qase td menos a área de projetuh, mas aqela cena tb é facil, n se fax nd... Exte anuh a dt disseme q eu passava pq tinha aprendido qas fraxex qomexam qom letra maiúscula e pq m abituei a exqrever qom Q em vez de K, tipuh agora ja xei xqrever "eu qomo qogumelos qom quentruhs" em vez de "eu komo kogumelos kom kuentruhs". É fixolas, pode xer qum dia venha a ser um gamela famôzo...


29 de Junho de 2013


Passei o 9º ano. Foi buéda fácil, pqu a prof paxou-me logo. Fui ao quadro xqurever uma sena em qu dezia tipuh "aquela janela", e eu exqurevi "aqela janela", pqu dixeram-me qu n se xkqureve "akela", é quom Q e não quom K. Mas a profs desatinou quomiguh e dixe qu eu tnh qu pôr o U à frente do Q... Pur ixu exte anuh aprendi qu o Q leva U à frente. No próximuh anuh é o 10º, vou pá sequndária...


29 de Junho de 2014


Aquabei o 10º ano. Não foi muituh difícil só tive que aprender-mos a não exqureverem quom aberviaturas purque nem todas as palavras xe puderam aberviar mas ixtu foi uma bequa para o quompliquado purque quom esta sena do QU em vex de K e das aberviaturas exqueceramme de quomo é que se faxião os verbuhs nos tempuhs e nas pexoas, ou lá o que é... Mas a prof disse tass bem que no prócimo anuh a gente vê ixu.


29 de Junho de 2015


Passou o 11º ano. Foi mais fácil que o 10º. Aprendi que as frases devem ser mais qurtax. E aprendi também que "ano" não esqureve "anuh". Axo que no prócimo ano vai ser mais difícil. Purque a xeguir é a faquldade.


29 de Junho de 2016


Acabou o 12º. Fiquei buéda confuso porque tive de aprender a diferenxa entre usar o QU e o C, tipo "esCrever" e não "esQUrever". Quando eu usava o K era buéda mais fácil... A prof de português é buéda religiosa e anda a ouvir vozes de deus, porque dixe-me que eu não merexia passar, mas "xão ordens lá de xima"...


29 de Junho de 2017


Já fiz o primeiro ano da faculdade. Estou em ingenharia cevil na universidade lusófona. Tive um stor buéda mal iducado que me disse que eu era um ignorante porque às vezes escrevia com X em vez de CH, S ou C. Mas o meu pai veio cá com uma moca de rio maior e chegou-lhe a rôpa ao pelo. E depois fomos fazer queixa do gajo e a ministra despediu-o porque o gajo, não sei quê, parece que quis vir estragar aqui um muro nosso. Mas não sei essas senas. O meu pai é que me explicou uma cena qualquer de "danos murais"... O que é bom é que a ministra da iducação continua a mandar aqui nestes sócios da faculdade para eles não levantarem a garimpa contra nós


29 de Junho de 2019


Acabei a minha licenciatura porque a ministra da iducação disse que tinhamos que passar sempre mesmo que não tivessemos notas, para não ficarmos astigmatizados. Acho que é uma cena que dá nos olhos quando se estuda muito. Agora vou fazer um mestrado e disseram-me que, quando acabar, vou ficar mestre. Eu quero ser de Kung-Fu.


29 de Junho de 2021


Já sou mestre. Afinal não sou de Kung Fu, sou de engenharia cevil. Os meus profs disseram que eu não devia estar em mestrado porque ainda não estava preparado, mas eu disse que o meu pai tinha uma moca de rio maior e que era amigo da ministra e já tinha mandado um bacano da laia deles para a rua e eles calaramsse. Agora vou fazer um doutoramento, porque a ministra da iducação diz que se não deixarem um aluno fazer o doutoramento só por causa das notas, ele fica com a auto-estima em baixo e isso perjudica a aprendizajem.


29 de Outubro de 2023


Nasceu o meu filho! Chamei-lhe Júnior porque ele é mais novo que eu.


29 de Agosto de 2029


O Júnior vai fazer 6 anos daqui a 2 meses. Devia entrar para a escola este ano, mas estive a pensar muito bem e não o vou pôr na escola. Ele não precisa daquilo para nada, aprende em casa. Eu ensino-lhe a ler, que sou doutor, e a mãe ensina-lhe a fazer contas, que é caixa no Minipreço. A escola não vale nada. Acho que o sistema de ensino hoje em dia é uma m*rda. No meu tempo é que era bom.

Domingo, 30 de Novembro de 2008"O Natal que eu quero", por Daniel Sampaio


Ninguém me pediu opinião, eu sei. Na escola é costume não ligar muito ao que pensam os alunos. Mas eu gramo a escola, gosto dos meus amigos e há uma data de professores que até são fixes.Ando no 8.º, tenho bué de disciplinas, algumas não dá para entender. Estudo acompanhado para um gajo de 14 anos? Formação Cívica? Não percebo bem, é uma coisa de 90 minutos por semana em que o stôr, que é o director de turma (nós dizemos DT), está sempre a mandar vir, a dizer para nos portarmos bem. Da Matemática não me apetece falar, o stôr tem pouca pachorra para tirar dúvidas. História é um bocado seca e percebo mal o livro, faço confusão porque não contam a vida dos reis como o meu avô me explicava, por isso estudo para os testes e depois esqueço tudo.Não, não pensem que venho aqui criticar a escola, já disse que gosto de lá andar. O problema é que aquilo anda mesmo esquisito, podem crer. Já o ano passado os stôres andavam às turras com a ministra e apareciam nas aulas chateados, um gajo mandava uma boca e levava logo um sermão, às vezes diziam mesmo para nos queixarmos à ministra, como se chibar fosse coisa que desse jeito. Mas este ano está bem pior: falamos com os professores nos intervalos, "olá, stôr!" e eles andam mesmo tristes, a minha stôra de Inglês, que eu curto bué, diz que está "desmotivada" e que está farta de grelhas de avaliação e de pensar em objectivos. Eu de grelhas não percebo nada e, quanto aos objectivos, os meus são divertir-me uma beca e passar o ano, não quero mesmo ficar para trás porque os meus pais dão-me nas orelhas e fico sem os meus amigos, que é uma das coisas porreiras que a escola tem.Por isso peço a todos que se entendam. Ver os professores aos berros na rua é uma coisa que eu compreendo, têm todo o direito porque nós às vezes também andamos, o problema é que assim ainda há menos gente a preocupar-se connosco. Os nossos pais não têm tempo, andam sempre a trabalhar e ficam descansados porque estamos na escola a aprender e a lutar pelo nosso futuro, mas agora a coisa está preta, os nossos stôres estão cansados, o que é mau para nós: quem nos ajuda quando estamos aflitos? Eu sempre contei com um ou dois dos meus stôres, o ano passado quando me achava um monstro (cheio de borbulhas e a sentir que as miúdas não olhavam para mim) foi a stôra de Português que me chamou no fim da aula e conversou comigo, bastou ela ouvir com atenção e dizer que compreendia o que eu sentia para me sentir muito melhor. E quando o Tavares disse que se ia matar porque a rapariga com quem andava foi vista a curtir com um gajo qualquer, foi o nosso DT que falou com ele e lhe arranjou uma consulta no psicólogo.Não percebo nada da guerra dos professores, só sei que deve ser justa porque eles esforçam-se muito, já pensaram no que é aturar a malta, sobretudo alguns que só querem fazer porcaria, põem-se aos berros nas aulas e não obedecem, às vezes até palavrões dizem para os stôres? Muitos de nós querem aprender, mas o barulho é grande e há muita confusão, há lá gajos, repetentes e isso, que só lá estão porque são obrigados, depois há outros que são de fora e não percebem bem português, outros ainda têm problemas em casa e passam mal, a Vanessa que tem um pai alcoólico e que chora quase todos os dias ainda por cima foi empurrada na aula por um colega que só lá está a armar confusão... o DT disse que nós devíamos ser responsáveis e que tínhamos de acabar com isso, mas eu acho que a ministra devia era dar força aos professores para serem melhores, o meu pai diz que ela às vezes está certa mas eu não concordo, se vejo todos, mesmo todos os stôres da minha escola contra ela devem ter razão, os professores às vezes erram mas são importantes para nós, precisamos de estudar para ver se nos livramos do desemprego, isso é que é verdade!Por isso espalhem este mail, façam forward para quem quiserem. Digam aos que mandam para terminarem com as discussões que já estamos fartos e como na minha escola somos todos contra isso dos ovos (uma estupidez), digam à ministra e aos sindicatos que já chega! Façam uma escola melhor, ajudem os professores a resolver todos os problemas das aulas (ninguém pode fazer isso em vez dos stôres) e arranjem maneira de nós aprendermos mais, para ver se percebemos melhor o mundo e nos safamos, o que está a ser difícil.
Quem quiser dê opinião, o meu mail é brunovanderley@gmail.com, sou do 8.º E da Escola Básica 2/3 do Lá Vai Um.
Daniel Sampaio. "O Natal que eu quero". Público (revista "Pública"), 30.Novembro.2008

segunda-feira, 23 de março de 2009

Indisciplina deve ser olhada como uma forma de violência


Conferência hoje em Lisboa Daniel Sampaio: Indisciplina deve ser olhada como uma forma de violência 2008-06-23 13:59:00 Lusa



O psiquiatra Daniel Sampaio alertou hoje para a necessidade da indisciplina escolar ser olhada como uma forma de violência que deve ser trabalhada e combatida.



"Há uma diferença entre indisciplina e violência mas quando se diz que indisciplina nada tem a ver com violência não estamos no bom caminho", disse o psiquiatra português numa intervenção no âmbito da 4ª Conferencia Internacional sobre Violência Escolar e Políticas Públicas, a decorrer em Lisboa até quarta-feira.



Na sessão de abertura da conferência, a ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, disse ser importante estabelecer uma diferença entre violência e indisciplina escolar.


Maria de Lurdes Rodrigues referiu que enquanto a indisciplina está mais generalizada nas escolas portuguesas, a violência escolar está circunscrita, uma vez que 90 por cento das ocorrências têm lugar em cinco por cento das escolas.


Já para Daniel Sampaio, violência escolar é todo o comportamento que pode violar a missão educativa de uma escola, uma missão que cada estabelecimento de ensino deve desenhar e definir.


Para combater estes fenómenos, explicou, deve ser reconhecida a participação de todos os agentes educativos, incluindo os alunos autores dos actos de disciplina e de violência, o que, acrescentou, não é muito frequente acontecer em Portugal.


"Impressiona-me não se perguntar aos alunos o que pensam da violência", disse.


Por outro lado, defendeu que devem ser avaliadas as causas de violência através dos factores de risco dos alunos de diferentes idades e ainda da escola.


Na infância são factores de risco a violência nas famílias e as perturbações de comportamento, enquanto na adolescência se detecta como factor de risco a fraca ligação com colegas não delinquentes, a adesão a gangues, os comportamentos anti-sociais.


Relativamente ao percurso escolar, Daniel Sampaio considera que são factores de risco as expectativas reduzidas face à possibilidade de sucesso, o deficiente apoio da família e a pouca ligação entre os professores e os pais.


O combate à indisciplina e violência escolar, acrescentou, passa ainda pelo estabelecimento de programas sistemáticos de prevenção, que no jardim de infância e no 1º ciclo devem ser feitos com a família, enquanto que nos adolescentes as iniciativas devem centrar-se nos grupos juvenis.


Por outro lado, Daniel Sampaio destacou ainda a importância de uma estratégia de intervenção na sala de aula com mediadores que estabeleçam uma ligação entre a escola e a família.



P.S. Concordando litealmente com Daniel Sampaio vivemos numa sociedade em que desde o incio as crianas não criam laços afectivos com a familia,pois quanto mais cedo forem dormir melhor. Hoje quem educa é a escola, hoje onde se aprende é na escola ... o "Magalhães" trará tudo isto?

Não é por se viver num bairro ou numa familia problemática, que o jovem pode, ou deve ser indisciplinado. O jovem precisa de afecto, de carinho de conversa, o "Magalhães" também o faz?

Como diria o Prof Medina " primeiro aprendemos a escrever, a ler ,a contar...

Penso que hoje e mais do que nunca familia divorciou-se dos jovens para entrega-los às escolas. Qual o papel das escolas? Qual o papel dos professores? Qual o futuro de Portugal? Não esqueçamos que a indsciplina é o 1º degrau para a violencia....

BruxinhaMa




domingo, 22 de março de 2009

ERA ASSIM HÀ 30 ANOS





Situação: O Pedro está a pensar ir até ao monte depois das aulas, assim que entra no colégio mostra uma navalha ao João, com a qual espera poder fazer uma fisga.




Ano 1978: O director da escola vê, pergunta-lhe onde se vendem, mostra-lhe a sua, que é mais antiga, mas que também é boa.

Ano 2008: A escola é encerrada, chamam a Polícia Judiciária e levam o Pedro para um reformatório. A SIC e a TVI apresentam os telejornais desde a porta da escola.




Situação: O Carlos e o Quim trocam uns socos no fim das aulas.

Ano 1978: Os companheiros animam a luta, o Carlos ganha. Dão as mãos e acabam por ir juntos jogar matrecos.

Ano 2008: A escola é encerrada. A SIC proclama o mês anti-violência escolar, O Jornal de Notícias faz uma capa inteira dedicada ao tema, e a TVI insiste em colocar a Moura-Guedes à porta da escola a apresentar o telejornal, mesmo debaixo de chuva.




Situação: O Jaime não pára quieto nas aulas, interrompe e incomoda os colegas.

Ano 1978: Mandam o Jaime ir falar com o Director, e este dá-lhe uma bronca de todo o tamanho. O Jaime volta à aula, senta-se em silêncio e não interrompe mais.

Ano 2008: Administram ao Jaime umas valentes doses de Ritalin. O Jaime parece um Zombie. A escola recebe um apoio financeiro por terem um aluno incapacitado.




Situação: O Luis parte o vidro dum carro do bairro dele. O pai caça um cinto e espeta-lhe umas chicotadas com este.

Ano 1978: O Luis tem mais cuidado da próxima vez. Cresce normalmente, vai à universidade e converte-se num homem de negócios bem sucedido.

Ano 2008: Prendem o pai do Luís por maus tratos a menores. Sem a figura paterna, o Luís junta-se a um gang de rua. Os psicólogos convencem a sua irmã que o pai abusava dela e metem-no na cadeia para sempre. A mãe do Luís começa a namorar com o psicólogo. O programa da Fátima Lopes mantém durante meses o caso em estudo, bem como o Você na TV do Manuel Luís Goucha.




Situação: O Zézinho cai enquanto praticava atletismo, arranha um joelho. A sua professora Maria encontra-o sentado na berma da pista a chorar. Maria abraça-o para o consolar.

Ano 1978: Passado pouco tempo, o Zézinho sente-se melhor e continua a correr.

Ano 2008: A Maria é acusada de perversão de menores e vai para o desemprego. Confronta-se com 3 anos de prisão. O Zézinho passa 5 anos de terapia em terapia. Os seus pais processam a escola por negligência e a Maria por trauma emocional, ganhando ambos os processos. Maria, no desemprego e cheia de dívidas suicida-se atirando-se de um prédio. Ao aterrar, cai em cima de um carro, mas antes ainda parte com o corpo uma varanda. O dono do carro e do apartamento processam os familiares da Maria por destruição de propriedade. Ganham. A SIC e a TVI produzem um filme baseado neste caso.




Situação: Um menino branco e um menino negro andam à batatada por um ter chamado 'chocolate' ao outro.

Ano 1978: Depois de uns socos esquivos, levantam-se e cada um para sua casa. Amanhã são colegas.




Ano 2008: A TVI envia os seus melhores correspondentes. A SIC prepara uma grande reportagem dessas com investigadores que passaram dias no colégio a averiguar factos. Emitem-se programas documentários sobre jovens problemáticos e ódio racial. A juventude Skinhead finge revolucionar-se a respeito disto. O governo oferece um apartamento à família do miúdo negro.




Situação: Tens que fazer uma viagem.

Ano 1978: Viajas num avião de TAP, dão-te de comer, convidam-te a beber seja o que for, tudo servido por hospedeiras de bordo espectaculares, num banco que cabem dois como tu.

Ano 2008: Entras no avião a apertar o cinto nas calças, que te obrigaram a tirar no controle.

Enfiam-te num banco onde tens de respirar fundo para entrar e espetas o cotovelo na boca do passageiro ao lado e se tiveres sede o hospedeiro maricas apresenta-te um menu de bebidas com os preços inflacionados 150%, só porque sim. E não protestes muito pois quando aterrares enfiam-te o dedo mais gordo do mundo pelo cú acima para ver se trazes drogas.




Situação: Fazias uma asneira na sala de aula:

Ano 1978: O professor espetava duas valentes lostras bem merecidas. Ao chegar a casa o teu pai dava-te mais duas porque 'alguma deves ter feito

'Ano 2008: Fazes uma asneira. O professor pede-te desculpa. O teu pai pede-te desculpa e compra-te uma Playstation 3.




Situação: Chega o dia de mudança de horário de Verão para Inverno.

Ano 1978: Não se passa nada.

Ano 2008: As pessoas sofrem de distúrbios de sono, depressão e caganeira.




Situação: O fim das férias.

Ano 1978: Depois de passar 15 dias com a família atrelada numa caravana puxada por um Fiat 600 pela costa de Portugal, terminam as férias. No dia seguinte vai-se trabalhar.

Ano 2008: Depois de voltar de Cancún de uma viagem com tudo pago, terminam as férias. As pessoas sofrem de distúrbios de sono, depressão, seborreia e caganeira.

sábado, 21 de março de 2009

DIA 21 DE MARÇO DIA DA ÁRVORE

Velhas Árvores
Olha essas velhas árvores, mais belas
Do que as árvores mais novas, mais amigas.
Tanto mais belas quanto mais antigas,
Vencedoras da idade e das procelas...
O homem, a fera, e o inseto, à sombra delas
Vivem, livres de fomes e fadigas;
E em seus galhos abrigam-se as cantigas
E os amores das aves tagarelas.
Não choremos, amigo, a mocidade!
Envelheçamos rindo! Envelheçamos
Como as árvores fortes envelhecem.
Na glória da alegria e da bondade,
Agasalhando os pássaros nos ramos,
Dando sombra e consolo aos que padecem.

Olavo Bilac

quinta-feira, 19 de março de 2009

PAI...



Pai
Quero escrever, quero dizer-te algo …
E não consigo.
As lágrimas sufocam-me, os olhos enevoam-se e não vejo nada a não ser a tua face, o teu sorriso.
Pai queria que estivesses aqui, do meu lado,
Sei que estarias apoiando-me nesta mudança….
Como fechar um ciclo?
Sei que deves estar bem, ai de certeza não sofres, nem agonias como foram os teus últimos dias. ..
Mas Pai fazes-me tanta falta!
Quero fechar este ciclo e deixar-te em paz, mas não consigo, as lembranças são muitas, a dor é enorme e em tudo te revejo…
Ai Pai quanto te quero e quanto te necessito!
Tu partiste, mas levaste um pouco de mim, levaste as minhas forças, nunca mais fui eu, não tenho forças para levar tudo isto para a frente.
Ajuda-me a voltar a ser o que era, pois sei que também não gostarias de me ver assim.
Quero fechar este ciclo, não posso viver de lembranças eternamente, tenho de construir um futuro.
No entanto, aqui fica o meu abraço tão apertado e aquele beijo que tanto te queria dar .
Célia 19/3/09

quarta-feira, 18 de março de 2009

Até que enfim, alguém ousa dizer a verdade




PUBLICO.PT
Contra a escola-armazém
Daniel Sampaio

M erece toda a atenção a proposta de escola a tempo inteiro (das 7h30 às 19h30?), formulada pela Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap). Percebe-se o ponto de vista dos proponentes: como ambos os progenitores trabalham o dia inteiro, será melhor deixar as crianças na escola do que sozinhas em casa ou sem controlo na rua, porque a escola ainda é um território com relativa segurança. Compreende-se também a dificuldade de muitos pais em assegurarem um transporte dos filhos a horas convenientes, sobretudo nas zonas urbanas: com o trânsito caótico e o patrão a pressionar para que não saiam cedo, será melhor trabalhar um pouco mais e ir buscar os filhos mais tarde.
Ao contrário do que parecia em declarações minhas mal transcritas no PÚBLICO de 7 de Fevereiro, eu não creio à partida que será muito mau para os alunos ficar tanto tempo na escola. Quando citei o filme Paranoid Park, de Gus von Sant, pretendia apenas chamar a atenção para tantas crianças que, na escola e em casa, não conseguem consolidar laços afectivos profundos com adultos, por falta de disponibilidade destes. É que não consigo conceber um desenvolvimento da personalidade sem um conjunto de identificações com figuras de referência, nos diversos territórios onde os mais novos se movem.
O meu argumento é outro: não estaremos a remediar à pressa um mal-estar civilizacional, pedindo aos professores (mais uma vez...) que substituam a família? Se os pais têm maus horários, não deveriam reivindicar melhores condições de trabalho, que passassem, por exemplo, pelo encurtamento da hora do almoço, de modo a poderem chegar mais cedo, a tempo de estar com os filhos? Não deveria ser esse um projecto de luta das associações de pais?
Importa também reflectir sobre as funções da escola. Temos na cabeça um modelo escolar muito virado para a transmissão concreta de conhecimentos, mas a escola actual é uma segunda casa e os professores, na sua grande maioria, não fazem só a instrução dos alunos, são agentes decisivos para o seu bem-estar: perante a indisponibilidade de muitos pais e face a famílias sem coesão onde não é rara a doença mental, são os promotores (tantas vezes únicos!) das regras de relacionamento interpessoal e dos valores éticos fundamentais para a sobrevivência dos mais novos. Perante o caos ou o vazio de muitas casas, os docentes, tantas vezes sem condições e submersos pela burocracia ministerial, acabam por conseguir guiar os estudantes na compreensão do mundo. A escola já não é, portanto, apenas um local onde se dá instrução, é um território crucial para a socialização e educação (no sentido amplo) dos nossos jovens. Daqui decorre que, como já se pediu muito à escola e aos professores, não se pode pedir mais: é tempo de reflectirmos sobre o que de facto lá se passa, em vez de ampliarmos as funções dos estabelecimentos de ensino, numa direcção desconhecida. Por isso entendo que a proposta de alargar o tempo passado na escola não está no caminho certo, porque arriscamos transformá-la num armazém de crianças, com os pais a pensar cada vez mais na sua vida profissional.
A nível da família, constato muitas vezes uma diminuição do prazer dos adultos no convívio com as crianças: vejo pais exaustos, desejosos de que os filhos se deitem depressa, ou pelo menos com esperança de que as diversas amas electrónicas os mantenham em sossego durante muito tempo. Também aqui se impõe uma reflexão sobre o significado actual da vida em família: para mim, ensinado pela Psicologia e Psiquiatria de que é fundamental a vinculação de uma criança a um adulto seguro e disponível, não faz sentido aceitar que esse desígnio possa alguma vez ser bem substituído por uma instituição como a escola, por melhor que ela seja. Gostaria, pois, que os pais se unissem para reivindicar mais tempo junto dos filhos depois do seu nascimento, que fizessem pressão nas autarquias para a organização de uma rede eficiente de transportes escolares, ou que sensibilizassem o mundo empresarial para horários com a necessária rentabilidade, mas mais compatíveis com a educação dos filhos e com a vida em família.
Aos professores, depois de um ano de grande desgaste emocional, conviria que não aceitassem mais esta "proletarização" do seu desempenho: é que passar filmes para os meninos depois de tantas aulas dadas - como foi sugerido pelos autores da proposta que agora comento - não parece muito gratificante e contribuirá, mais uma vez, para a sua sobrecarga e para a desresponsabilização dos pais.

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domingo, 8 de março de 2009

MULHER sec XXI

SER MULHER...


Ser mulher...
É viver mil vezes em apenas uma vida.

É lutar por causas perdidas e sempre sair vencedora.

É estar antes do ontem e depois do amanhã.

É desconhecer a palavra recompensa apesar dos seus atos.
Ser mulher...

É caminhar na dúvida cheia de certezas.
É correr atrás das nuvens num dia de sol.

É alcançar o sol num dia de chuva.

Ser mulher...

É chorar de alegria e muitas vezes sorrir com tristeza.

É acreditar quando ninguém mais acredita.

É cancelar sonhos em prol de terceiros.

É esperar quando ninguém mais espera.

Ser mulher...

É identificar um sorriso triste e uma lágrima falsa.

É ser enganada, e sempre dar mais uma chance.

É cair no fundo do poço, e emergir sem ajuda.

Ser mulher...

É estar em mil lugares de uma só vez.

É fazer mil papeis ao mesmo tempo.

É ser forte e fingir que é frágil...

Pra ter um carinho.

Ser mulher...

É se perder em palavras e depois perceber que se encontrou nelas.

É distribuir emoções que nem sempre são captadas.

Ser mulher...

É comprar, emprestar, alugar, vender sentimentos, mas jamais dever.

É construir castelos na areia, ve-los desmoronados pelas águas.

E ainda assim amá-los.

Ser mulher...

É saber dar o perdão...

É tentar recuperar o irrecuperável.

É entender o que ninguém mais conseguiu desvendar.

Ser mulher...

É estender a mão a quem ainda não pediu.

É doar o que ainda não foi solicitado.

Ser mulher...

É não ter vergonha de chorar por amor.

É saber a hora certa do fim.

É esperar sempre por um recomeço.

Ser mulher...

É ter a arrogância de viver apesar dos dissabores,das desilusões, das traições e das decepções.

Ser mulher...

É ser mãe dos seus filhos...

Dos filhos de outros.

É amá-los igualmente.

Ser mulher...

É ter confiança no amanhã e aceitação pelo ontem.

É desbravar caminhos difíceis em instantes inoportunos.

E fincar a bandeira da conquista.

Ser mulher...

É entender as fases da lua por ter suas próprias fases.

É ser "nova" quando o coração está à espera do amor.

Ser "crescente" quando o coração está se enchendo de amor.

Ser "cheia" quando ele já está transbordando de tanto amor.

E ser "minguante" quando esse amor vai embora.

Ser mulher...

É hospedar dentro de si o sentimento do perdão.

É voltar no tempo todos os dias e viver por poucos instantes.

Coisas que nunca ficarão esquecidas.

Ser mulher...

É cicatrizar feridas de outros e inúmeras vezes deixar.

As suas próprias feridas sangrando.

Ser mulher...

É ser princesa aos 20... Rainha aos 30...Imperatriz aos 40 e...

"Especial" a vida toda.

Ser mulher...

É conseguir encontrar uma flor no deserto.

Água na seca... Labaredas no mar.

Ser mulher...

É chorar calada as dores do mundo e

Em apenas um segundo, já estar sorrindo.

Ser mulher...

É subir degraus e se os tiver que descer não precisar de ajuda.

É tropeçar, cair e voltar a andar.

Ser mulher...

É saber ser super-homem quando o sol nasce.

E virar cinderela quando a noite chega.
Ser mulher...

É ter sido escolhida por Deus para colocar no mundo os homens.

Ser mulher...

É acima de tudo um estado de espírito.

É uma dádiva... É ter dentro de si um tesouro escondido~

E ainda assim dividí-lo com o mundo!




Silvana Duboc

segunda-feira, 2 de março de 2009

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

As melhores histórias jamais serão escritas...
Assim como melhores momentos jamais retornarão...
Por isso, quando estiveres feliz, tira o máximo de proveito desta felicidade...
Pois o tempo arrastará tudo e só ficarão as lembranças!
Que cada momento é único, e que o tempo não volta, todo mundo sabe...
Mas há na vida aqueles momentos que além de únicos são indescritíveis, incomparáveis.
O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.
Nunca deixes que a saudade do passado , e o medo do futuro estraguem a beleza do presente. Pois há dias que valem por um momento , e há momentos que valem por toda VIDA !

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009